Roma é a capital de Itália, o centro administrativo da província com o mesmo nome e da região de Lácio. Está localizada a oeste da parte central da “bota italiana”, na Península dos Apeninos, não muito longe do local onde o rio Tibre desagua no mar Tirreno.

Segundo a lenda, Roma foi fundada em 21 de abril de 753 aC. por Romulus, um dos gêmeos reais alimentados por uma loba.

Como visitar Roma?

O principal aeroporto de Roma é o Aeroporto Internacional Fiumicino, também conhecido por Aeroporto Leonardo da Vinci, localizado a 30 km do centro da cidade.

Para fazer o trajeto do aeroporto para a cidade e voltar, é possível apanhar o comboio Leonardo Express, que sai da estação do aeroporto (Stazione Aeroporto) ou que sai de Fiumicino, nas mesmas plataformas do Leonardo Express. Outro aeroporto nas proximidades é o Ciampino, localizado a 20 km da cidade, especializado principalmente em serviços de vôos de baixo custo (Ryanair, Easyjet).

Dentro da cidade existem autocarros Op-On Op-Off, metro, autocarros comuns e táxis, muitos muitos táxis. O transito é verdadeiramente caótico, e os taxistas conduzem como loucos.

Quando visitar Roma?

A melhor época para viajar para Roma é em março-maio e setembro-outubro, quando não há calor sufocante e multidões de turistas. Nós visitámos esta cidade no início de março, e para além de termos evitado muitas filas para entrada nas principais atrações, ainda tivemos um tempo bastante ameno que nos permitiu passear sem estar muito agasalhados.

O único senão de visitar a cidade nas alturas de menor afluência de turistas, é o facto de muitas vezes, esse periodo ser aproveitado para fazer algumas obras e restauros nos monumentos. Quando fomos, por exemplo, à Fontana de Trevi, esta estava sem àgua e coberta em algumas partes com andaimes.

O vaticano

Esta não é uma zona, ou bairro da cidade, é na verdade um estado inteiro que encontrou lugar em Roma. A Cidade do Vaticano é a menor cidade do mundo. Este é o centro da Igreja Católica Romana, onde fica a residência do Papa, além de todo um conjunto de monumentos históricos e arquitetónicos exclusivos e deslumbrantes. Aqui podemos visitar a Biblioteca do Vaticano, a capela do Papa Nicolau V, a Piazza San Pietro, a igreja de Santa Maria Maggiore, a magnífica Catedral de São Pedro e a famosa Capela Sistina.

Basílica de São Pedro

Segundo a lenda, o lugar onde a Basílica de São Pedro fica hoje ,foi o local de execução do apóstolo Pedro. Em diferentes épocas, os melhores arquitetos de Itália, Bramante, Michelangelo, Giacomo della Porta, Domenico Fontana e Carlo Maderno, trabalharam na construção da catedral. A Pérola da Basílica de São Pedro é um altar único com um buraco que leva ao túmulo subterrâneo do apóstolo Pedro. O espantoso, é que as escavações arqueológicas realizadas em meados do século passado, provaram que os restos mortais sob o altar da catedral, realmente pertencem a um dos doze apóstolos, no caso, ao apóstolo Pedro.

Até 1990, este templo antigo, era a maior catedral cristã do mundo, mas nesse ano foi superado em tamanho pela catedral da cidade de Yamoussoukro, a capital do país africano da Costa do Marfim. No entanto, a Basílica de São Pedro tem um tamanho impressionante: 133,3 metros de altura (do lado de fora com uma cruz, no interior de 117,57 metros) e uma largura de 211,5 metros, bem como uma área de 22067 metros quadrados. Surpreendentemente, acomoda três vezes mais paroquianos que a catedral na Costa do Marfim, que excede o seu tamanho. A entrada na Basílica é gratuita, estando aberta de outubro a março, das 07:00 às 18:30 horas, e de abril a setembro, das 07:00 às 19:00 horas.

É possível ainda subir à cúpula da Basilica, onde nos deparamos com uma das vistas mais impressionantes de Roma. Existe um elevador até o terraço, tendo o restante percurso que ser feito a pé, pelos 320 degraus. Se escolher este trajeto, o valor do bilhete é de 8€, se decidir subir tudo a pé (551 degraus), o bilhete tem um custo de 6€.

Capela Sistina

O Palácio Apostólico no Vaticano é a residência oficial do Papa. É aí que a capela mais famosa do Vaticano, a Capela Sistina, se encontra. A fama mundial foi trazida para a capela, devido à sua impressionante semelhança com o Templo de Salomão no Antigo Testamento. Os mestres mais talentosos do Renascimento, Rafael e Botticelli, trabalharam na decoração da capela. A maior atração desta capela, é sem dúvida, o imenso fresco que representa O Último Julgamento, de Michelangelo.

É proibido tirar fotografias dentro da Capela Sistina, existindo uma segurança bastante apertada no local. Confesso que não resisti a tamanha beleza e acabei por, discretamente tirar uma ou duas fotografias. A verdade é que, tirar as fotografias (sem flash), não prejudica em nada os frescos da capela. Esta proibição prende-se com o facto de, no exterior, na loja de souvenirs do Vaticano, existirem muitas fotografias da Capela para compra. Quem não consegue uma recordação fotográfica da espetacular Capela, acaba por se sentir tentado a comprar as fotografias na loja.

Castel Sant’Angelo

O Castel Sant’Angelo, também é conhecido como Mausoléu de Adriano ou Castelo Triste, e é um dos principais e mais famosos pontos turísticos de Roma. Desde o início do século XX até ao presente, que o Museu Nacional se encontra no seu interior, sendo um dos museus mais visitados da cidade.

Trata-se de um edifício cilíndrico incomum, localizado no parque Adriana, nas margens do rio Tibre. Castel Sant’Angelo já foi o edifício mais alto da cidade. Inicialmente, foi erguido por ordem do imperador Adriano como mausoléu e tumba para os imperadores de Roma. Posteriormente, passou a ser usado pelos papas como uma fortaleza, que os protegia contra ataques bárbaros.

No século XIV, o edifício foi completamente reconstruído por dentro e por fora, transformando o antigo mausoléu e fortaleza, num castelo e, posteriormente, numa das prisões mais famosas da história da humanidade. Naqueles dias, o Castelo era o símbolo da autoridade papal. A fachada do edifício é revestida com um mármore raro, conhecido como “pedra da lua”, e ao redor do perímetro do edifício existem esculpidos em pedra, os nomes daqueles que aqui foram enterrados.

No telhado do edifício há uma plataforma de observação, sobre a qual está instalada a estátua de um anjo. A propósito, esta estátua tem pouco mais de 6 anos. As estátuas anteriores, ou cairam, ou foram destruídas por raios, ou foram derretidas para armas nos tempos mais difíceis de Roma. O castelo está aberto diariamente das 09h00 às 19h30, e o bilhete custa 16€.

Praça Navona

Na pequena área de Navona, concentra-se uma grande parte dos turistas. Na zona central da praça encontra-se a fonte dos Quatro Rios, de Lorenzo Bernini, é decorada com imagens esculturais dos principais rios do mundo, o Ganges, Danúbio, Nilo e La Plata, simbolizando, por sua vez, quatro continentes, Europa, Ásia, África e América.

Panteão

Uma das estruturas mais notáveis de Roma é o Panteão. Um templo construído há dois mil anos a pedido do imperador Augusto. Nos tempos antigos, no templo eram adorados os principais deuses romanos: Júpiter, Vénus, Neptuno, Marte, Mercúrio, Plutão e Saturno, onde, durante as cerimónias, animais eram sacrificados. Hoje em dia, apenas o “oculus” lembra os costumes pagãos do templo. Trata-se de um buraco na cúpula, com 9 metros de diâmetro, sob o qual antigamente havia um altar de sacrifício.

Nos dois mil anos da sua história, o Panteão assumiu o papel de igreja, e somente no Renascimento, através dos esforços do grande Rafael, o templo brilhou novamente com grandeza. O Panteão de hoje, tendo sobrevivido a um período de quatrocentos anos de declínio, atrai turistas não apenas com a sua incrível história, mas também pelo facto de os restos mortais dos reis italianos (Victor Emanuel II, Umberto I, Rainha Margarita) estarem aí sepultados.

Piazza del Popolo

A Piazza del Popolo é uma das principais atrações arquitetónicas e históricas de Roma, por isso a sua visita está incluída em todos os programas de rotas turísticas. É possível ver sempre muita gente na Piazza del Popolo. Pode-se caminhar pela praça em qualquer altura do dia ou da noite. É bastante movimentada, sendo segura e muito iluminada. Nesta zona da cidade o tráfego é limitado, pelo que proporciona aos turistas a possibilidade de passear calmamente.

Campo dei Fiori

Esta é uma das muitas praças de Roma. Está localizada no centro da cidade, na margem sul do Tibre, a sul da Piazza Navona , a sudoeste do Panteão e a oeste da Piazza Torre Argentina. Traduzida do italiano, Campo dei Fiori significa “campo de flores”. Atualmente, das 6h às 14h, existe um mercado onde pode comprar legumes, frutas, peixe, carne, temperos, ervas, flores e muitos outros produtos.

Villa Borghese

Este famoso marco histórico da cidade está localizado na colina de Pincho. O complexo da Villa Borghese inclui um parque, um museu e a Galeria Borghese. O parque foi fundado pela família Borghese, que possuía a Villa no início do século XVII. Hoje em dia, este excelente exemplo de paisagismo, é um dos pontos de visita favoritos dos turistas. A Galeria Borghese, reúne sob o seu teto uma coleção única de esculturas e pinturas de mestres famosos. Na Galeria, os visitantes podem ver esculturas de Bernini e Canova, pinturas de Rafael, Ticiano, Botticelli e Caravaggio.

Praça de Espanha

A Praça de Espanha é um dos destinos turísticos mais populares de Roma. Recebeu o seu nome do Palácio de Espanha, ou Palazzo Spagna, a antiga residência do embaixador espanhol no Vaticano. O nome do mesmo palácio cerviu para batizar à famosa Escadaria Espanhola (Scalianta di Spagna), localizada nesta praça. Para subir as escadas, os turistas têm que superar certas dificuldades, já que os degraus têm uma forma côncava, tornam-se mais estreitos e amplos, sendo que a largura dos vãos também muda.

No entanto, as escadas estão sempre lotadas, os turistas tentam sentar-se nos degraus o mais alto possível para relaxar e apreciar as vistas maravilhosas deste lugar, algo que, recentemente passou a ser proibido. A fonte Barkaccia (traduzida do italiano como “barco”), com a forma de um navio a afundar, encontra-se ao fundo da escadaria.

Fonte de Trevi

A Fonte de Trevi, a “principal decoração” de Roma, fez da notável Piazza di Trevi um local de peregrinação para turistas de todo o mundo. A fonte, que ao mesmo tempo é a fachada do Palazzo Poli, é preenchida com água vinda de um antigo sistema de abastecimento de água construído por Agrippa. No centro da fonte está a figura de Neptuno, cercada por esculturas alegóricas, simbolizando a tempestade, a calma, a saúde, a abundância e as quatro estações do ano. Muitos turistas lançam moedas para dentro da fonte, expressando assim o desejo de voltar mais uma vez à Cidade Eterna.

Basílica de Santa Maria Maggiore

A Basílica de Santa Maria Maggiore é uma das igrejas mais famosas de Roma. O seu edifício foi construído no local de uma igreja muito antiga, a de Santa Maria della Neve. Segundo a lenda, no verão de 352, a neve caiu no dia em que a igreja foi inaugurada, tendo o papa Lívio desenhado um círculo na neve correspondente ao futuro perímetro da Basílica.

Em meados do século V, a Basílica de Santa Maria Maggiore foi completamente reconstruída, especialmente a Catedral de Éfeso, que assumiu muita importância para os católicos, quando na qual, a Igreja Romana recebeu a posição dominante que ainda mantém no mundo cristão. Nos séculos seguintes, a Basílica de Santa Maria Maggiore foi reconstruída várias vezes, tendo a última reconstrução ocorrido já no século XVIII.

Coliseu

O Coliseu é uma das atrações mais famosas e visitadas da Península dos Apeninos em Roma. O edifício monumental dos tempos antigos, está localizado no centro histórico, no coração da Cidade Eterna, e impressiona pela sua grandiosidade. É impossível tocar as enormes paredes do Coliseu e não nos sentirmos arrebatados pela impressionante história que aquelas pedras testemunharam. É simplesmente fascinante.

Se possível, compre o bilhete para entrar no Coliseu, no Monte Palatino. A bilheteira está localizada na Via San Gregorio Nº 30 e na Piazza Santa Maria Nova Nº 53 (a 200 metros do Coliseu). Assim consegue bilhetes conjuntos também para visitar o Monte Palatino e o Fórum Romano. Pode sempre comprar o bilhete perto da entrada do Coliseu, mas a fila será sempre mais longa.

O Coliseu está aberto diariamente das 8h30, exceto dia 1 de janeiro e 25 de dezembro, até às 19h. O bilhete completo custa 12€, dos 18 aos 25 anos (cidadãos da UE), 7,50€ dos 12 aos 17 anos (cidadãos da UE), sendo gratuito até aos 12 anos (crianças acompanhadas por adultos).

Arco de Constantino

O Arco de Constantino está localizado no coração da parte histórica da cidade, entre o Coliseu e o Monte Palatino. É o único que foi construído, não para comemorar a vitória sobre o inimigo externo do Império Romano, mas para perpetuar a memória do conflito interno entre os dois imperadores dominantes, Constantino I e Maxêncio, terminando com a vitória do primeiro.

Para proteger o arco dos vândalos, foi necessário cercá-lo com barras de metal, para que não fosse possível tocar nas antigas muralhas maciças e destruir os seus baixos-relevos. Mas mesmo existindo essa proteção, de forma alguma, deixa de ser um monumento impressionante.

Monte Palatino

Roma é uma cidade, à semelhança de Lisboa, com sete colinas. O Monte Palatino fica na colina central, e a mais significativa de todas. Segundo a lenda, foi aqui que a loba encontrou e nutriu os irmãos Romulus e Remus.

Posteriormente, foi aqui que Romulus estabeleceu a cidade (em 754aC). Mas as pessoas viviam no Palatino muito antes da fundação da cidade. Este lugar é o mais antigo a ser habitado na cidade. Os primeiros assentamentos apareceram por volta de 1000aC. e os assentamentos permanentes, a julgar pelos artefatos arqueológicos encontrados aqui, apareceram no Palatino no século XII aC.

O nome da colina vem do nome da deusa Pales, a padroeira do gado. A colina foi assim um local de pastagem de animais e de adoração a essa deusa. Os romanos antigos respeitavam muito a sua história. Portanto, morar no local da fundação da cidade era muito prestigiante. Durante o tempo do Império Romano, apenas as pessoas nobres viviam no Palatino. Hoje em dia, é possível ver aí as casas bem preservadas dos antigos aristocratas romanos. As ruínas de villas, casas e palácios impressionantes, foram preservadas no Palatino. Este é um verdadeiro museu ao ar livre da história romana antiga

A entrada no Monte Palatino é possível todos os dias, exceto a 1 de janeiro e 25 de dezembro. De 2 de janeiro a 15 de fevereiro, está aberto das 8h30 às 16h30. De 16 de fevereiro a 15 de março, das 8h30 às 17h00. De 16 de março ao último sábado do mês, das 8h30 às 17h30. O preço do bilhete é de 12€. A entrada é gratuita para crianças menores de 18 anos, e também no primeiro domingo de cada mês.

Fórum Romano

O Fórum Romano ocupa o centro da cidade antiga de Roma. Este lugar era o coração da vida social e política da cidade. Hoje, do antigo esplendor do Fórum Romano, restam apenas ruínas. É recomendada a visita a este lugar com um guia. Sem conhecer a história do Fórum Romano, é muito difícil adivinhar os magníficos palácios e templos entre os destroços de lajes de pedra.

O primeiro edifício na praça do Fórum Romano foi o Templo de Vénus, sendo que a estrutura não ficou preservada até hoje. Podemos ainda ver, neste local, as ruínas da Pedra Preta, Comitium, Templo Dioscuri, Estrada Sagrada, Templo de Saturno, as Três Basílicas (Basílica de Portia, Basílica Emília e Basílica de Júlio), do Templo de César, da Curia Julia, Tabularium, Arco de Tito, Templo de Vesta, Templo de Vénus e Roma, Templo de António e Faustina e da Basílica de Maxencio e Constantino.

Praça de Veneza

A Praça de Veneza está localizada na parte central da Cidade Eterna, no sopé do Capitólio, próximo do Fórum de Trajano. A praça deve o seu nome ao Palazzo Venezia onde o mesmo se encontra. A Praça de Veneza, não é apenas uma grande atração turística, mas também um importante centro no que respeita aos transportes. Afinal, todas as estradas não levam apenas a Roma, elas também interligam as principais atrações da capital italiana.

Seis da principais ruas passam pela Praça de Veneza. Por exemplo, a Via dei Fori Imperiale, que se estende da Praça de Veneza até ao principal símbolo de Itália, o Coliseu. Ou a Via del Corso, a parte urbana da famosa Via Flaminia, uma estrada antiga que atravessa os Apeninos ao longo da costa do Adriático.

Altare della Patria

O enorme edifício, com 135 metros de largura, 130 metros de comprimento e 81 metros de altura, ocupa uma área, na qual, até 1885 havia um bairro medieval. O monumento foi construído durante um longo período de tempo. A primeira vez que foi inaugurado, foi em 1911.

Em 1927, o monumento ao Soldado Desconhecido que caiu na Primeira Guerra Mundial, foi anexado a este edifício. Depois disso, peças de bronze foram adicionadas ao edifício, tendo sido inaugurado novamente em 1935. Os romanos não gostaram muito do enorme altar da pátria, ao qual passaram a chamar de “mandíbula falsa”, “máquina de escrever” e “tinteiro”.

Dicas e conselhos:

Roma é uma cidade bastante grande e repleta de locais de interesse turístico. No entanto, deslocarem-se pela cidade de metro ou carro (este último desaconselhável devido ao transito caótico), implica perder a visita a muitos locais que não estão em roteiros turísticos, mas que merecem ser vistos. Pequenas ruelas, igrejas perto de praças e mesmo, praças menos conhecidas.

Enquanto andarem a circular pela cidade, não deixem de comer os seus fabulosos gelados. Existe uma gelataria perto da Fontana di Trevi, chamada Gelateria Valentino que tem gelados deliciosos. Também a não perder, como é óbvio, são as massas frescas e as magníficas pizzas. Existem restaurantes típicos com preços mais em conta, fora das zonas turísticas.

Para matar a sede, ao longo do passeio, podem sempre parar numa das muitas fontes da cidade e beber a água. É potável e não existe qualquer risco para a saúde.

Beleza do Destino
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Acessos Fáceis